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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Desarmamento: entregue sua arma, solte uma pombinha branca da paz e faça a felicidade da bandidagem



 
Alardear que não há político que preste, que a política é desinteressante e que o povo não deve com ela preocupar-se já foi uma estratégia das oligarquias dominantes no Brasil (como a Sarney e a Collor de Mello, aquelas que apoiam Dilma Rousseff nas eleições desse anos). 
Hoje, quando nos deparamos com os desmandos do governo federal e de seus atores, eternos militantes esquerdistas, sabemos que esvaziar o debate político é de grande interesse da Grã-Oligarquia Lulo-Petista.

Contudo, restam vozes portentosas e altivas nos parlamentos brasileiros. 
No Congresso, uma das vozes mais admiráveis é a do sr. Jair Bolosonaro (PP-RJ). 
O deputado Bolsonaro, dentre tantas atuações dignas de aplauso, foi responsável pelas mais verdadeiras palavras ditas no plenário sobre a sra. Dilma Rousseff, a candidata com a FICHA SUJA DE SANGUE.

Mas, por ora, fiquemos com esta pequena aula sobre a questão do Desarmamento - tema extremamente relevante, pois é um dos pontos polêmicos do PNDH-3, o AI-5 de Lula, Dilma e do PT.




Um dos grandes amigos de Lula e do PT, Raul Castro, irmão do democrata Fidel Castro, em uma foto da época da Revolução Cubana, demonstrando didaticamente o que acontece com um cidadão desarmado em confronto com bandidos. [N.E.]


Em Cuba, país dos sonhos da esquerda brasileira, a posse de arma branca é punida com até 10 anos de prisão, e arma de fogo não existe para o povo. Contudo, a violência cubana só não é maior que o ego do seu ditador. 


No Brasil, o desarmamento é política de poder e não de segurança, como reza a propagando oficial do governo. O PNDH-3 é a prova viva da sanha autoritária daqueles que semearam o terror no Brasil depois que fracassaram em aqui implantar o comunismo.

Os bandidos, nunca alvo do desarmamento, continuarão com a rotina de roubo e morte para manter seu adestramento. 

Pregar o desarmamento da população de bem tem se tornado eficaz veículo para angariar votos de ingênuos que creem que soltar pombinhas brancas em Copacabana ou abraçar a Lagoa porá fim à violência. O voto alimenta os demagogos que continuarão vendendo a ilusão de que a paz vem com beijinhos.

Gostaria de ser o comandante da PM por um dia para convidar esses "especialistas" de plantão a acompanhar a rotina de 24 horas desses soldados, constantemente ameaçados de morte, ganhando, para sustento próprio e da família, R$ 30, que é o valor que representa 1/30 da sua remuneração mensal bruta.

No Congresso, sempre estive na vanguarda contra propostas que visavam ao desarmamento dos bombeiros e PMs quando fora de serviço. Não consigo imaginar como um chefe de família ao ouvir um barulho à noite em casa consiga defender a vida e a honra desarmado. 

O povo já decidiu, em referendo, "não ao desarmamento", e os que não aceitam isso apenas demonstram não estarem preparados para a vida democrática. 

Deputado Federal Jair Bolsonaro, PP-RJ. 
Artigo publicado na seção Opinião, Jornal O Dia, em 15 de outubro de 2010.


Palavras-chave: Jair Bolsonaro, desarmamento, Cuba, segurança, PNDH-3, governo.

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